~*Prazer Ao Escrever*~

Talvez esse não seja o melhor Blog de Contos e Histórias mas é feito de muito amor e dedicação. Espero que gostem do meu trabalho! By:N*~

Saturday, September 30, 2006

Lembranças

O tempo pode levar pessoas, pode levar amores mas não pode levar lembranças.
Lembro-me quando ainda era criança e tomei 19 picolés de groselha de uma vez.
Lembro-me quando briguei com minha irma por que ela jogou minha boneca na parede e por que ela invadia "meu quarto", que era composto de uma linha imaginaria que dividia aquele quadrado com duas camas ao meio.
Eu era uma criança problematica, as tias da escola falavam para meus pais que eu não prestava atenção em nada e meus pais brigavam comigo por isso.
Ja pulei no tanque da escola brincando de barquinho e tomei uma broca interminavel depois!
E se eu somasse todas as vezes que fiquei de castigo iria dar algo em torno de 3 anos completos!
Mas e se eu fosse uma criança normal?
Nao teria essas lembranças para contar para meus netos, naquela conversa de avó que conta o que ela aprontava e os netinhos choram de rir!
Meus netos vão fazer xixi nas calças com minha epoca do "balacobaco"!
Mas nem tudo era assim.
A parte trágica a gente não conta, essa tem que ficar bem escondidinha no fundo do coração. Como contar para os netos que minha cachorra preferida morrera atropelada, ou que minha relação com os bisavós deles não era tão boa quando eu tinha as respectivas idades?
Vamos falar só de alegrias e dar conselhos as garotinhas de 10 anos que se apaixonam pela primeira vez!
Não vamos falar de sexo, drogas nem Rock ´n Roll, eles descubrirão isso mais tarde, quando seu mundo de fantasias desmoronar e eles entenderem finalmente que a vida é feita de desafios e derrotas.
Credo! Que papo mais pessimista!
Talvez não seja assim, talvez conforme o tempo passa nós que ficamos mais fechados para as coisas belas do mundo.
"Os sabios veem a beleza nas coisas comuns, ja pessoas comuns veem beleza em coisas extraordinarias".
Uma vez li em um livro que quando nascemos estamos na pontinha do pelo do coelho que o magico tira da cartola, e ao crescermos vamos descendo e descendo até chegarmos na raiz e não ver mais nada de novo.
Vamos continuar na pontinha!
Apreciar as coisas simples, os pequenos gestos.
Nao é tão dificl, basta tentar!
Assim quem sabe os nossos netos contem estorias cada vez mais felizes para os respectivos netos e ele não tenham que desmanchar seu lindo mundo para serem aceitos!

Friday, September 29, 2006

Quando Tudo Acabar

Quando tudo acabar
Você vai ter que esquecer
Que o seu amor foi meu
E eu pertenci a você

Quando a saudade chegar
E no meu peito doer
Vou fechar os meus olhos
E pensar em você

Em tudo que eu senti
Em tudo que eu vivi
Nada se compara
Ao meu amor por você
Nem tudo que eu quis
Eu consegui fazer
E por estar tão distante
Perdi você

Quando o tempo passar
E a dor desaparecer
Vamos olhar para tras
E não querer entender

Agora o que importa
É tentar outra vez
Me de uma chance
Pois

Em tudo que eu senti
Em tudo que eu vivi
Nada se compara
Ao meu amor por você
Nem tudo o que eu quis
Eu conseguir fazer
Por não ser mais distante
Reconquistei você

Saturday, September 23, 2006

Meu Coração é Teu

Em um ritual meticulosamente calculado, eu fechei meu coração.
Depois de um periodo do mais puro amor e prazer,algo que nem o maior poeta da historia poderia descrever em palavras,aquilo que eu mais temia nessa vida aconteceu: Perdi meu amor.
Oh dor insuportável, uma vontade mais que carnal de arrancar seu coração e todas suas memórias do peito. Nesse caso nem o tempo resolveu, nem palavras e nem o carinho de outra pessoa. A cada dois dias tocava nossa música. Lágrimas que surgiam do nada afogavam meu rosto em uma pranto desesperado. Nunca pensei que existia tanta agua dentro de mim, pensei que fosse desencarnar por desitratação. Ou pior, desencarnar por solidão.
Nada mais resolvia, então decidi usar um dom que os Deuses me concederam: a Magia.
Em um campo aberto o circulo sagrado estava sendo marcado, todos os instrumentos para o ritual estavam colocados sobre a toalha do altar transparente com velas vermelhas e brancas. O Athame, o sal, o oleo, os incensos, o recipiente com aguá e até o vasilhame que era usado como caldeirao. Tudo estava lá, inclusive minha alma.
Enrtei no circulo e o fechei com uma luz violeta e bem clara. Agora não tinha mais volta.
Pedi com todo meu coração para deixar de sofrer e abri meu livro das Sombras, um feitiço muito antigo e usado apenas em casos de emergência surgiu em uma das muitas paginas de sabedoria. Era esse. E ele dizia algo mais ou menos assim:
"O Feitiço da Chave deve ser feito com muita cautela, apenas com a certeza absoluta, confiança e amor infinito seu coração se abrirá novamente. A dor sentida será apagada e apenas uma vaga lembrança dos bons momentos consentida. O sabor de seus beijos e o perfume de seu corpo serão completamente esquecidos e o momento mais intímo nunca terá acontecido em seu coração. Ao abrir seu coração novamente você automaticamente o estará entregando a pessoa amada. Não existe volta para isso. Use a sabedoria e tudo ocorrerá agradavelmente bem"
E eu o realizei. O resultado foram dois dias de cama e 1 dia de estado vegetativo. A partir dai meu coração estava fechado.
O tempo passou e uma amizade foi formada. Havia alguma coisa que eu esquecera de fazer. Me livrar de todo e qualquer objeto que ganhei da pessoa responsavel pela minha dor. Faltou um bilhete.
Um ano e 5 meses se passaram e eu senti aquele sentimento me preencher novamente, pela mesma pessoa.
Uma confiança enorme e quase que absurda se abateu sobre mim. Uma atração 3 vezes mais forte um amor incomparavelmente melhor. E ao mesmo tempo um medo de sofrer de novo e não aguentar outro choque tomava conta do meu peito.
Lembrei do feitiço, e na tarde de 08 de Agosto entreguei meu coração completamente para ele. Ele é o responsável pelo meu coração, é ele que faz aquilo dentro do meu peito bater e ele, somente ele escuta uma verdadeira frase de minha boca: Eu Te Amo.

Friday, September 22, 2006

Jogo da Vida

Que tal nos inscrevermos no Jogo da Vida?
Onde o numero de jogadores é indeterminado e só existe um time. Os objetivos do jogo são vários, mas o principal é viver melhor. Ganha pontos aquele que seguir as regras e der o melhor de si!
Regra 1 - Respeitar todas as raças, cores, religioes e opinioes;
Regra 2 - Ajudar aqueles que têm dificuldades, sejam elas materiais ou não;
Regra 3 - Como o jogo é em equipe, ninguém ganha sozinho. Coopere com o maior numero de atividades caridosas possiveis. Vale até um sorriso!
Nesse jogo não existe crime, não existe trapaça nem preconceitos. A igualdade, a cidadania e a uniao são seus melhores atributos e VOCÊ deve ser o melhor participante.
Mas...Ja falamos do jogo, das regras e do objetivo...E o premio?
O premio você adquire no decorrer do desafio. Você aprende a ser alguem melhor, você vive de uma maneira melhor e ainda ganha um bônus: Você se sente melhor!
Então o que você esta esperando? Corra para casa e comece já sua expedição, a inscrição é gratuita e o prêmio é eterno!

Saturday, September 16, 2006

Obrigada!

Gente obrigada pelas mensagens que vocês estão me mandando!
Fico muito feliz em saber que vocês estão gostando!
Só nesse blog ja têm mais de 15 publicaçoes!
Em menos de 2 meses!
Ultimamente eu estou um pouco sem inspiração, acho que é por causa das provas e de alguns problemas.
Mas tudo melhora!!
Bom, se você não achar as primeiras publicações, basta olhar no canto esquerdo da pagina.
Tem os meses
-Setembro
-Agosto

Estão todas as publicaçoes ai!
Novemente muito obrigada pelas mensagens de carinho e apoio! Adoro recebe-las!
Beijos
Nataly.

F*ck

I´m hating you so much
You´re were like a hero for me
You make me fell like an idiot
Now you´re gonna see

I fight for what I want
Like you told me to do
I though you would be proud
But you´re only thinking in you

If you make me lose everything
I won´t forgive you
And never again in my life
I´ll believe you
You were like a hero for me
And now you´re gonna see
That I don´t give a F*ck
For what you´re telling me




02/02/06

Indiferença

Quando eu mais precisava
Você estava do meu lado
Mas agora tudo mudou
Me diga uma coisa
O que eu fiz de errado?
Pois a boa lembrança se apagou

Combinamos ser amigas
E você me prometeu
Que andariamos sempre juntas
Você e eu
Agora ando perdida e triste
Nem sei mais quem eu sou
Mas não importa mais
Pois pra você passou

Será que me enganei?
Você não é como eu pensei?
Aquela amiga e confidente
Hoje está indiferente
Onde foi que eu errei?



Musica feita em um momento dark com uma amiga, dia 18/05/05

Sim ou Não

Outro dia sem você
Quanto mais isso vai durar?
Não aguento só te ver e não poder te amar

Passo noites sem dormir
Esperando vocÊ ligar
Para que eu possa de uma vez falar:

Que o que eu sinto por você
É muito forte, pode ver
Que com você do meu lado eu sou feliz
Eu vou seguir meu coração
Não vou viverna ilusão
Então me responda: Sim ou Não?

Não há palavras pra dizer
Nem gestos para explicar
Que para sempre do seu lado
Eu quero estar





Feita dia 15/07/2005

Tuesday, September 12, 2006

Missão Brega Possível!


Feriado de 07 de Setembro, viagem com o pai e a irmã para a pacata cidade de Monte Santo de Minas. Missão: Distribuir folhetos da festa brega no fim de semana. Impedimento: Seu pai!
Nos intervalos: Musica com os amigos. Recompensa: Entrada gratuita, camiseta gratuita e 2 litros de Orloff (!).

Tudo começara bem, as roupas para o trabalho estavam separadas, cheguei na quarta as 11:00pm e fui dormir. Acordei cedo, ajudei minha avó, afinal, ninguem poderia desconfiar de nada.
Sai as 10:00, dei uma volta para reconhecer território e voltei.
Almoçamos o melhor da cozinha mineira preparada por Dona Nequinha e, pelo cansaço deitei na cama de meu ja falecido avô.
Acordei com o irritante som da meia lua já conhecida e identificada como sendo de seu amigo Thibé (para saber mais sobre essa pessoa entre no blog de Mah Delacour e leia o conto : "Skatista Maldito").
Levantei eufórica já que sabia que ele não estava sozinho. Estava certa!
Na calçada de casa estavam meus amigos, conhecidos como a turma "->AcK<_".
Acordei minha irma pois o namorado dela, Kernel, o Macho, estava sentado na calçada. Fomos tocando violão até a casa dos outros Ack´s para convida-los a entrar em nossa Bagunça Musical Organizada. Depois de todos reunidos subimos para o jardim velho.
Fizemos uma fogueira, tocamos violão, bebemos agua e tomamos sorvete.
Encontrei o agente secreto que me enviara a missão e ele me informou que amanha teria de passar pela primeira fase, então decidi aproveitar aquele dia, que talvez fosse o ultimo!
A noite, fomos para a casa de meu primo Hugo e fizemos um churrasco, com carne de 3ª, cerveja, guaraná para mim e muito SYSTEM OF A DOWN!
Avisei meu pai naquela tarde de Sol que chegaria um pouco mais tarde que o de costume pois tinha que promover a festa no Ricardinho, no Paulinho...e em Aceburgo!
Quase infartei quando o Rodolfinho me disse que estavamos indo para lá. Outra cidade! Imagine! Mas tudo correu bem. A primeira missão foi um sucesso!
Assim como a festa do dia seguinte!
Muita gente, muita animação, muita glicose para aqueles que beberam de mais e muita breguice!!!
Isso foi só um relato do fim de semana quse perfeito que eu tive!!!
Só pra ficar na memória, só pra relembrar aqueles que estiveram comigo nesse fim de semana daqui alguns anos!!
E Conga La Conga!!

Hahahahahaha....

Monday, September 11, 2006

Emptyness

Sem você não tem eu
O meu céu escureceu
Nosso mundo acabou
Minha voz se calou

Minha vida esta sem graça
Meu humor uma desgraça
Até a praça esvaziou

Não existe fome, não existe sede
Me tranco em meu quarto
Arranho a parede

Arranco meu coração
Para parar de sofrer
O que eu mais desejo agora
É deixar de viver









*Desculpem ter demorado para postar, não estava com tempo e fui viajar!
Para compensar um conto fresquinho!!!

Saturday, September 02, 2006

Uma Cena de Amor

Narrativa interessante e bem detalhada de uma tarde comum de quarta feira no escritório de advocacia do Dr.Robin. Aliás, de uma quarta feira nada comum deixe-me corrigir!
Suzane entrara no escritorio silenciosamente, Rob estava concentrado de mais em mais um de seus casos e nem percebera a presença da tão desejada porém impossivel Ane.

- Esta com fome Dr. Rob? - ela mostrou a caixa de papelão que estava carregando, a melhor pizza da cidade.
A boca de Rob se encheu de agua e ele sentiu um aperto na barriga.
- Acontece que há semanas que eu estou com vontade de comer pizza.
- Que bom! Eu também estou morrendo de fome. - Colocou a embalagem na mesa, sobre uma maquina tão sofisticada que parecia custar muitos milhares de dolares. Livrou-se do casaco e o deixou cair no chão. Arrancou o boné da patrulha e o atirou junto ao casaco caido no chão, enquanto caminhava na direção dele. - Esta com fome agora?
- Nossa, e como!
- Hum... - Então pulou agarrando-se a ele e enlaçando as pernas em volta de sua cintura, enquanto esmagava sua boca contra a dele cheia de desejo.
Ele se equilibrou e deu dois passos desajeitados para trás. Todos os pensamentos racionais pareceram se derreter e sairam do cerebro.
- Sexo agora...- disse ela com a respiração ja ofegante no mesmo momento que que corria os labios por todo rosto de Rob e lhe mordia o pescoço. - Pizza depois, tudo bem?
- Excelente! - Ele cambaleou em direção a sala trancada, conseguindo chegar só ate a entrada. - Espero só...até que eu... - Ele mudou o angulo do beijo, penetrando mais fundo dentro de sua boca, quando ouviu o gemido de Ane responder ao dele próprio, como um eco.
- Sinto seu gosto o tempo todo. - Ele arranhou as pontas de seus dentes pela garganta dela. - Isso me deixa louco!
- A mim também. Quero que você tire a roupa! Começou então a puxar a camiseta dele.
- Espere, menos pressa!
- Por que? - Rindo, ela fazia coisas que o atormentavam, com a lingua em ua orelha.
- Por que sim...Meu Deus Ane. Ja tenho fantasiado esse momento ha tanto tempo - Os dedos dele apertaram as costelas dela enquanto ambos se aproximaram do sofá. - Parece que já se passaram séculos. Quero saborear você. Quero... - Ele se inclinou para baixo para morder os labios dela. - Quero que se passem anos até acabar de fazer amor com você.
- Estou gostando de sua propósta.
Seguiu com as pontos dos dedos a linha exposta da barriga dela no momento em que lhe tirou a blusa verde trabalhada.
O corpo de Ane estava rígido embaixo do dele, bombeando energia pulsante em ondas quase invisiveis. Ele queria aquilo, mas antes disso a queria mole, indefesa, fraca de tanto prazer.
As mãos dela se flexionaram sob as dele, mas ela nã ofereceu resistencia. Seu coração martelava de encontro ao dele, e seus labios se levantaram quando ele pediu por eles. Só aquilo ja era excitante, saber que ela iria permitir que ele determinasse o ritmo e o tom daquele momento.
Ane era uma mulher muito forte, e o que ela sentia era bastante vigoroso para dar-lhe aquele presente, de modo tão completo.
Ela jamais conhecera qualquer outro homem que acendesse tantas fogueiras interiores apenas com os movimentos da boca. Ela suspirava, então, se rendia áquilo.
Sentiu que seu pulso estava acelerando cada vez mais e que sua mente se transformava em um borrão indistinto.
Uma jornada preguiçosa por cima de seus seios, pela beirada do sutiã e depois a dança excitante dos dedos trabalhando no fecho. Trepidou levemente em uma antecipação de prazer quando sentiu sua lingua passeando pelo seu pescoço. E gemeu quando a mesma lingua mergulhou sob a camada de algodão para brincar com seu seio.
Então gritou, arqueando o corpo, indefesa enquanto a boca dele cobria, quente e faminta, toda a superficie do seio.
Era como abrir a porta de uma fornalha, Rob, pensou. Um homem era capaz de ser consumido por todo aquele calor. Mesmo assim ele suplicou por mais. Sentiu que ela mechia com as mãos embaixo dele, e nuvens de tempestade começaram a se unir para formar uma massa elétrica potente, que tremeram diante do seu grito estrangulado de libertação.
O sabor dela ficava mais forte, mais quente e mais penetrante. Ate que ele se perguntou por quanto tempo conseguira sobreviver sem sentir aquilo.
Ela estava quase desfalecida e sua expressaõ era de puro prazer e vontade de subir pelas paredes. Sua pele estava umida, quente. Parecia que ele conhecia cada nervo de seu corpo e enviava a cada um deles um estimulo individual, um após o outro.
Extasiada ela se abriu para ele, ofereceu-se com uma liberdade e uma urgencia de se doar que jamais sentira por nenhum outro homem.
Todos os movimentos agora lhe pareciam impossivelmente lentos, como se os dois estivessem flutuando sobre água trépida. O corpo dele tremeu e pulsou por ela, e também o coração dele acelerou ainda mais. Quando seus sentidos estavam plenos dela, de seu cheiro, seu sabor e sua textura, ele subiu sobre ela e esperou. Esperou ate que aqueles olhos, agora nublados e fixos de tanto prazer, se abrissem.
E mergulhou sobre ela. Fundo e mais fundo. Até que sua respiração começou a falhar e ele ainda conseguiu observar a pulsação latejante na maravilhosa linha de sua garganta no momento em que a viu soltar uma nova e arrebatadora onda de prazer.
Como que enfeitiçada, ela levantou a parte de trás do corpo junto com ele, e voltou a se recostar, também jnto dele, e sentiu, incrédula, uma impossivel necessidade se acumular dentro dela novamente.
Venha agora comigo... - Ela conseguia apertar-lhe os quadris, gemendo ao se sentir ser arrastada para o êxtase total uma vez mais.
Ele ja estava com ela. O mundo dele pareceu trepidar. Enterrando o rosto na profusão dos cabelos escuros dela, ele se deixou perder.